segunda-feira, 31 de outubro de 2016

3 Fatos pouco conhecidos sobre os Cavaleiros Templários e a Origem da Maçonaria

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Típico Cavaleiro do Templo de Salomão
As pesquisas sobre a origem da Maçonaria estão envolvidas numa teia intricada de teorias controvertidas, desde as mais delirantes até as mais sóbrias(Cerinotti,2004:8-11).
Neste texto 3 Fatos poucos conhecidos sobre os Cavaleiros Templários e a Origem da Maçonaria vamos nos limitar a mostrar a historicidade do tema e como surgiu a Sociedade Maçônica. Percebe-se aqui o começo de tudo.

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No artigo Ordem Illuminati: Origem, Métodos e Influências será possível ter um aprofundamento maior no contexto da NOM (Nova Ordem Mundial) e saber como este grupo seleto de pessoas querem governar o mundo e implantar este novo formato de governar. Mudanças econômicas, políticas e religiosas que vem sendo planejadas há muito tempo. Fonte

Este grupo, de uma forma, digamos, silenciosa e sutil, vem introduzindo o seu novo modelo de administrar e instalar, principalmente a sua nova ordem religiosa. Tudo que lemos, vemos e ouvimos está manipulado e com apenas um objetivo: A dominação global.

1. Free Masonary
Do inglês Freemasonary e do francês Franc Maçonnerie, não existe consenso entres os pesquisadores quanto à origem do termo.

Alguns apontam que significa que estes pedreiros (do francês: maçon) e construtores medievais, em virtude do ofício, tinham salvo-conduto das autoridades para transitarem livremente de uma região para outras, conforme as obras exigiam seu trabalho, portanto a denominação de pedreiros livres (free-masons).



Outros acreditam que receberam esta denominação em razão do caráter mais especializado das suas habilidades de ofício, portanto eram profissionais livres, para diferenciá-los dos escravos que, no passado, eram a mão de obra majoritária nas edificações.

Ainda, outra etimologia é apontada na palavra inglesa free stone (pedra de cantaria), aquela pedra particularmente adequada ao trabalho do entalhador (Cerinotti, 2004: 14-6).

2. O por quê do Segredo e A Iniciação
           
Qualquer que seja a etimologia, Franco Maçonaria é a denominação para a corporação de pedreiros e construtores que, a partir de certo momento, ainda desconhecido pelos historiadores, quando seus membros passaram a se reunirem nos alojamentos (lojas, do inglês: lodge e do francês: loge) nos canteiros das obras.

Além da prática habitual das refeições e do descanso, para trocarem informações sobre os simbolismos e os segredos por trás das artes e da arquitetura nas catedrais e nos mosteiros que edificavam, que os levaram, em seguida, com o acúmulo de informações secretas, a praticarem rituais iniciáticos nestes alojamentos (lojas), para a admissão de novatos e a transmissão secreta dos ensinamentos.

Em outras palavras, uma corporação que combinava o ofício da construção com a construção do caráter de seus membros sob o véu do segredo.
Parece que, segundo os manuscritos mais antigos, o segredo foi utilizado inicialmente apenas para a salvaguarda das técnicas do ofício da construção.

Depois se estendeu para o objetivo de velar os símbolos, as senhas e os rituais maçônicos (Mazet, 1992: 251), daí se desenvolveu o espírito corporativista, que até hoje marca tanto o caráter da Maçonaria. (CERINOTTI, Angela. Maçonaria, São Paulo: Editora Globo, 2004.) Fonte

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3. A Origem Histórica da Maçonaria
No Sec. XI, a Europa foi governada pela igreja que exercia um rigoroso controle sobre a mente do povo. Este domínio permitiu o papa Erwin II entrar em guerra com o califado muçulmano e cruzada em que ele chamou de “Guerra da Cruz” para recuperar a terra de Jerusalém.

Jerusalém estava sob domínio muçulmano desde o ano 637, mas em 1099 esse domínio foi levado a um fim sangrento e repentino. Em nome da cruz, mulheres foram estupradas e assassinadas, as crianças foram mortas à espada e dizem que o sangue corria pelas ruas na altura dos joelhos.
Fora dessa terra de derramamento de sangue e terror, um grupo de homens surgiu. Homens que faziam de tudo para conseguir o que queriam, não importava o que. Vinte anos depois de Jerusalém ser tomada, a Cúpula da Rocha foi capturada por um grupo de monges guerreiros que se autodominavam “Os Cavaleiros do Templo de Salomão”, ou simplesmente, “Os Cavaleiros Templários”.
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Rei Filipe da França
Em Jerusalém, os Templários começaram a desviar-se mais e mais das praticas do Cristianismo. Eles aprenderam as artes secretas da Cabala, uma antiga forma de magia judaica, juntamente com seus rituais obscuros.  Os judeus aprenderam as artes dos pagãos do antigo Egito durante a época da escravidão ao Faraó e desenvolveram-nas na Babilônia, no templo de “Navakanazar”.
Em 1307, o Rei Filipe, da França, prendeu-os por acusação de negação a Cristo, homossexualidade e adoração a ídolos, bem como mágica.  Em 1314, o Papa Claymont V declarou todos os Templários hereges do Cristianismo, ordenando que todas as suas propriedades fossem apreendidas, seu líder Jacques De Molay foi capturado e queimado.


Os Templários foram encurralados e quando parecia que eles tinham sumido para sempre, um raio de esperança surgiu de um final aparentemente certo. Eles estavam certos em encontrar um refúgio seguro, bem como um aliado, mas não na França, mas em um país em luta pela independência contra a Inglaterra: A Escócia.
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Jacques De Molay: Foi queimado.
Para alguns, a esperança da independência da Escócia havia morrido com a morte de Willian Wallace, no entanto, para o Rei da Escócia, Robert The Bruce, a chegada dos Templários deu-lhe uma nova arma secreta.


A experiência dos Cavaleiros Templários adquirida ao longo de 200 anos de luta contra os poderosos exércitos do Islã tinha feito deles especialistas em combate e em guerra, e mais do que páreos para qualquer exército que se lhes apresentassem.

A ideia de Robert The Bruce deu certo.

O forte exército inglês de vinte e cinco mil homens sofreu uma humilhante derrota nas mãos de apenas seis mil e quinhentos homens e o sonho de uma Escócia independente tinha sido finalmente alcançado.


Dessa vez, eles iriam controlar o país, controlando seus reis, e, a fim de preservar sua ordem secreta os Templários teriam que morrer ou, mais precisamente, o nome teria que morrer.
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Capela de Rosslyn, Escócia
Os Templários que tinham escapado da Europa, foram finalmente sepultados na Capela de Rosslyn, na Escócia, que até hoje é sinal de sua presença na Grã-Bretanha e seus descendentes tornaram-se o verdadeiro poder da Escócia.
Ao fazê-lo, a Escócia e a Inglaterra se uniram para formar um novo reino, e o poder que os Templários tinham sobre a Escócia se espalhou para dar-lhes um forte apoio em toda a Grã-Bretanha.

Livres de sua reputação do passado e dado credibilidade por ninguém menos que a monarquia e a aristocracia da Inglaterra e o nome que escolheram para si foi um nome que seria conhecido por muitos, mas entendido por alguns: Maçons.

Este novo nome, a nova identidade no grande júri de seus membros deram aos maçons respeito e dignidade.


No entanto, a portas fechadas, os maçons eram livres para realizar rituais secretos transmitidos a eles pelos seus antepassados e estes se tornaram a base de seus níveis de adesão, que são chamados de “graus”.
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Os níveis na Maçonaria
O primeiro membro mundial dos maçons foi Fredrick, O Príncipe de Gales e dentre outros, os últimos membros incluem o príncipe Philip, o duque de Edimburgo e consorte da Rainha da Inglaterra atual, Elizabeth II que é também uma grande patrona para os maçons.

Os Templários tinham voltado próximo à beira da destruição, mas nunca mais eles seriam destruídos.

Em 1603, a morte da Rainha Elizabeth I deixou a Inglaterra sem herdeiro ao trono e em virtude disso, o Rei James V da Escócia se tornou Rei da Inglaterra.
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Príncipe Philip, O Duque de Edimburgo
Por mais de cem anos, os Templários esconderam suas atividades ficando ao fundo, até que eles fossem pouco conhecidos e pouco lembrados.
No entanto, eles não se concentraram apenas em manter um controle sobre a Grã-Bretanha.

Todo tempo, eles estavam planejando reagrupamentos e posições de poder para se infiltrar em todos os cantos do reino.
Em 1717, os Templários fizeram a sua reaparição na Europa e tinham crescido em número e força e agora estavam prontos para inventar uma nova identidade.

Os maçons não se contentaram com o poder na Grã-Bretanha. Por si só, suas ambições eram muito maiores. Nos anos depois, o mundo veria a Europa e a América passarem por guerras e revoluções, cada uma mais devastadora do que a outra.

No entanto, isso não foi comumente acreditado como efeitos espontâneos de um povo oprimido, mas de fato esquemas criados pelos poucos exclusivos impulsionados pela fome de poder absoluto.
Tudo isso ocorreria a partir do país de onde tinham fugido séculos anteriores e viria para a base de dominação global.
Fonte: Light


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Pense o Amanhã

Postado por: Nilton Silveira

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